A Gestão Educacional democrática

Olá leitores, como estão?

Então, hoje eu trouxe um pequeno texto no qual e defino a gestão educacional democrática, uma questão que eu estudei bastante na disciplina de Gestão Educacional I no 5º semestre e um assunto que pretendo abordar em minha monografia. 
A gestão democrática educacional ainda é uma polêmica pois é um início da descentralização da educação, tirando de lado a responsabilidade para apenas uma pessoa da escola, mas distribuindo funções, responsabilidades e decisões e que devem sempre ser compartilhadas.
Depois irei abordar sobre a importância dos colegiados escolares, a associação de pais e mestres do grêmio estudantil, que são os grupos que se subdividem e estudam sobre as necessidades da escola.

Então é isso, espero que gostem do texto e façam uma boa leitura!

Beijos!!

A Gestão Educacional democrática

            Com o processo de redemocratização do Estado brasileiro vai se intensificando a discussão sobre a gestão democrática da educação. Dessa maneira, se um Estado é democrático pressupõe-se que na gestão educacional  deve ser compartilhada pelos diferentes segmentos da comunidades  escolar, já que é necessário considerar que existem diversos elementos que indicam a participação de grupos responsáveis pelas tomadas de decisão, ou seja, nesse processo, descentraliza-se as administrativas no interior da escola, não havendo mais apenas uma pessoa responsável, mas várias que sempre serão consultadas de acordo com as necessidades da instituição escolar. Vale lembrar que esses elementos são definidos através do envolvimento das questões legais, gestoras e de ordem cultural – este último muito importante, pois os planos educacionais vão ser de acordo com a identidade da escola -, no qual define a organização e o reconhecimento identitário da escola.
             Legalmente, a gestão educacional foi publicada pela Constituição Federal de 1988 e pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (nº 9394/1996). Mas é preciso refletir sobre essas políticas públicas educacionais dos anos 80 para cá, pois muitas sofrem influências das ideias neoliberais e são definidas como inovações em relação ao âmbito da gestão educacional.  
            De acordo com Rodrigues e Santos (2011, p 119), a gestão em primeira instância
está situada no nível macro da Educação no qual se encontram os órgãos superiores dos sistemas de ensino e as políticas públicas destinadas aos mesmos. Já a Gestão Escolar, estando em nível micro, encontra-se no âmbito das escolas. Pode-se dizer que ambas são distintas, porém interligadas entre si, pois articulam suas ações em busca dos mesmos objetivos em comum: a formação de qualidade para a população.
           
            De qualquer forma, a Gestão Educacional democrática vai sempre ter como maiores objetivos a organização, a mobilização e a articulação tento material, quanto humana para um bom funcionamento e também de uma efetiva execução da escola, que teoricamente irá proporcional aos alunos uma melhor aprendizagem, e além disso, consigam enfrentar os desafios da sociedade contemporânea e capitalista, já que o fator econômico está imbricado na construção do conhecimento atualmente.

REFERÊNCIA
RODRIGUES, Marilucia Menezes; SANTOS, Cleide de Oliveira Falbo. Gestão educacional: inovações, limites e possibilidades. Acta Scientiarum Education. Maringá, v. 33, n. 1, 2011, p. 119-137.

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